Fala-se muito de inteligência artificial. Quase todas as empresas já experimentaram alguma coisa, um piloto, uma prova de conceito, uma demonstração que entusiasmou toda a gente na reunião. E, no entanto, uma grande parte dessas iniciativas nunca chega a transformar-se num projeto real, em produção, a gerar valor todos os dias. Fica pelo caminho.
Vale a pena perceber porquê. E, sobretudo, o que distingue quem consegue dar esse salto.
O piloto entusiasma. O projeto exige.
Um piloto é fácil de adorar. Mostra o potencial, impressiona e custa pouco. O problema é que entre o piloto e o projeto há um fosso que muitas organizações não conseguem atravessar. Porque um projeto a sério implica integrar a IA nos processos reais, garantir qualidade de forma consistente, e garantir que o resultado é fiável o suficiente para se construir negócio em cima dele.
E é aqui que a supervisão humana deixa de ser um detalhe e passa a ser o fator decisivo.
A IA acelera. As pessoas garantem.
Na WhyMob usamos inteligência artificial em projeto, não apenas em experiências. E o ganho é real. Aplicações que antes levariam um mês a desenvolver conseguem hoje ficar prontas numa fração desse tempo, com qualidade. Mas nada disto funcionaria sem uma regra que não abrimos mão: tudo o que a IA produz é revisto pelos nossos programadores.
A IA é um acelerador extraordinário. Não é um substituto do conhecimento técnico. É precisamente essa combinação, a velocidade da máquina com o rigor de quem percebe do assunto, que permite passar do piloto interessante para o projeto que se aguenta em produção.
A IA dentro das aplicações, não só na produção delas
Há ainda uma segunda dimensão que muitas empresas ainda não exploraram. A inteligência artificial não serve apenas para acelerar quem desenvolve o software. Pode, e deve, viver dentro das próprias aplicações.
Hoje, a maior parte das soluções que entregamos já integra uma componente de IA ao serviço de quem as usa. Ajuda nas pesquisas, gera relatórios, produz documentos. Deixa de ser uma funcionalidade futurista para passar a ser uma ajuda concreta no dia a dia de quem trabalha com a aplicação.
Os primeiros a chegar são os que vencem
Este é um mercado grande e complexo, em movimento acelerado. E, como em tantas transformações antes desta, os primeiros a chegar com solidez tendem a ser os que ficam à frente. Não basta experimentar. É preciso avançar, passo a passo, com a ajuda da IA mas sem nunca perder o cuidado e o controlo.
O caminho faz-se andando. E faz-se melhor com um parceiro que conhece tanto a tecnologia como o terreno, e que sabe quando acelerar e quando rever.
Na WhyMob, é exatamente esse equilíbrio que procuramos em cada projeto.
Nuno Santos
Diretor Técnico | WhyMob
